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Caminhadas na Bruma

O Rotary e o porquê de não desarmar nesta luta ...

"A Pólio é uma doença altamente contagiosa que ainda mata crianças, em geral menores de cinco anos, em certos países da Ásia, África e Oriente Médio. Pode causar paralisia, sendo fatal em alguns casos. A melhor protecção contra a doença é a prevenção, pois, uma vez contraída, não tem cura. É historicamente a doença que mais deficiências físicas causou nos seres humanos.

Se não for erradicada, o mundo continuará a viver sob a sua ameaça, e estima-se que mais de 10 milhões de crianças serão vitimadas por ela nos próximos 40 anos.

Rotary criou, em 1985, o programa Pólio-Plus, considerado o mais ambicioso da sua longa história de mais de 100 anos. É mesmo o expoente máximo dos trabalhos voluntários na campanha global para erradicação da Pólio. Rotary soube chamar para este programa parceiros do sector público-privado dos mais de 200 países onde existe. Hoje, o programa é reconhecido mundialmente como modelo de cooperação público-privada pela conquista de uma meta humanitária, a erradicação da Pólio.

Tenhamos esperança de que num futuro muito próximo possamos “cantar vitória”.

Peço aos pais e avós que leiam esta história a seus filhos ou netos e assim vivam um momento de prazer e que lhes transmitam o quanto importante é a vacinação contra a Pólio ou outras doenças.

Cabe-nos, pois, reconhecer a generosidade de Simone de Fátima Gonçalves, autora do belíssimo conto aqui publicado, e do seu talentoso ilustrador António Serer, bem como da Garça Editores, na pessoa do nosso companheiro rotário Mário Mendes, que acolheu o projecto. Um reconhecimento especial é ainda devido ao Prof. Doutor Alexandre Parafita, ilustre escritor, pelo seu acompanhamento e sugestões oportunas, e, obviamente, ao Senhor Carlos Peixoto (REALVITUR) que patrocinou parte da 1ª edição".

Para apresentação do livro creio que nada melhor do que o texto que a Maria Antónia, minha esposa, responsável por este projecto, escreveu a propósito do lançamento da 1ª edição.

Aceitem um abraço do,

Manuel Cordeiro

 

 

 

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